Periódicos

Revistas Cereus

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A Cereus é uma publicação eletrônica vinculada à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UnirG (Propesq) que integra o rol de publicações do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict); possui o International Standard Serial Number (ISSN), número de identificação com oito dígitos, internacionalmente reconhecido para publicações periódicas e a qualificação Qualis/Capes. No Brasil, as revistas acadêmicas são avaliadas anualmente e são catalogadas por Qualis (critério de avaliação do MEC/Capes), da seguinte forma: A1 e A2 (Excelência internacional), B1 e B2 (Excelência nacional), B3, B4 e B5 (relevância média), C – baixa relevância. De acordo com a editora geral da Revista Cereus,  Drª Érica Eugênio Gontijo, a publicação iniciou seus trabalhos em agosto de 2009. Desde então, a equipe vem trabalhando juntamente com todos os seus colaboradores para a melhoria dos trabalhos publicados.“A Cereus recebeu pelo segundo ano consecutivo a classificação do Qualis B2 na área interdisciplinar. A Revista ainda possui Qualis B5 nas áreas de administração pública e empresas, ciências contábeis, ciências agrárias e ambientais, medicina 1 e odontologia”, disse.A professora acrescentou ainda que “a permanência do Qualis B2, classificando o periódico como manuscrito de Excelência Nacional é um motivo de extrema alegria para a comunidade acadêmica e reflete o crescimento da UnirG no contexto científico local e regional”.

Além da Drª Érica Gontijo, a Cereus é constituída ainda pelo editor, o professor Me.  João Bartholomeu Neto.

 

Revista Amazônia

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Já a Revista Amazônia: Science & Health, além de receber a classificação, recentemente o periódico conquistou também a indexação na base de dados Latindex, um dos melhores sistemas internacionais para a identificação de revistas científicas.Segundo o editor geral da Amazônia, Drº Jairo Azevedo Junior, foi motivo de grande satisfação receber a notícia sobre a primeira avaliação do Capes.“Publicamos artigos científicos das áreas de ciências médicas e da saúde e, portanto, abrangemos um grande número de áreas distintas da saúde, que explica o fato de recebermos duas notas de avaliação diferentes (C para a área Medicina I e B5 para a área Interdisciplinar). Provavelmente ainda teremos a Revista avaliada em outras áreas do conhecimento”, afirmou.O professor ressaltou também que não se pretende com esta classificação, que é específica para o processo de avaliação de cada área, definir qualidade de periódicos de forma absoluta, pois outros critérios também são avaliados. As notas refletem não somente a qualidade dos artigos publicados, como ainda o atendimento a outros critérios pré-estabelecidos, dentre eles, a indexação do periódico pelos indexadores nacionais e internacionais.“Nesse sentido, acreditamos que a Revista Amazônia receberá notas mais elevadas nos próximos anos, visto que conseguimos a indexação internacional, na Latindex (Sistema Regional de Información en Línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal) e REDIB (Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico)”.

Leia a notícia completa, Revistas científicas da UnirG celebram avaliações da Capes .

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v. 9, n. 1 (2017)

v. 5, n. 1 (2017)